Essa é a verdadeira natureza da árvore psíquica: ela cresce, ela dá, ela se esgota, ela deixa sementes para a renovação. Ela nos ama. É assim o mistério da vidamorte-vida. Ele é um modelo, dos mais antigos, de antes da água, antes da luz, um modelo resoluto. Uma vez que tenhamos aprendido esses ciclos, seja o da pêra, o da árvore, do pomar, das idades e estágios da vida da mulher, podemos contar com o fato de que irão se repetir, no mesmo ciclo e do mesmo modo.

O modelo é o seguinte: em toda morte há uma inutilidade que passa a ser útil quando descobrimos como nos recuperar. O conhecimento que chegará a nós revela-se à medida que prosseguimos. Em tudo que é vivo, a perda gera um ganho real. Nossa missão é a de interpretar o ciclo da vida-morte-vida, vivê-lo com a elegância que pudermos ter, uivar como um cão enlouquecido quando não pudermos ter nenhuma — e prosseguir, pois lá adiante está a carinhosa família subterrânea da psique, que nos abraçará e nos ajudará.

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O que vemos são duas mulheres que, durante o prazo de sete anos, vêm a se conhecer mutuamente. O espírito de branco é semelhante à telepática Baba Yaga em "Vasalisa", que é uma representação da velha Mãe Selvagem. Como a Yaga diz a Vasalisa, muito embora nunca a tenha visto antes, "Sei, conheço o seu pessoal", esse espírito feminino que toma conta da estalagem no outro mundo já conhece a jovem rainha, pois ela também faz parte da sagrada Mulher Selvagem, que tudo sabe.

As idades e os estágios da vida da mulher fornecem tanto tarefas a serem realizadas quanto atitudes nas quais enraizá-las.

Depois disso, nosso espírito reage movimentando-se quando nos movemos, procurando alcançar quando procuramos alcançar, caminhando quando caminhamos, mas sem nenhum sentimento no que faz.