Tudo isso faz com que o diabo jogue o rabo sobre o ombro e vá embora furioso. Nesse sentido, quando a mulher sente ter perdido contato, perdido seu jeito habitual de lidar com o mundo, ela tem poder ainda na pureza da sua alma; ela é forte na sua insistente tristeza, e isso faz com que se afaste aquilo que a quer destruir.

É verdade que o corpo psíquico perdeu suas mãos, mas o resto da psique irá compensar essa perda. Ainda dispomos de pés que conhecem o caminho, a mentealma com a qual vemos longe, seios e ventre para pressentir, exatamente como a exótica e enigmática deusa do ventre, Baubo, que representa a profunda natureza instintiva das mulheres... e que também não tem mãos. Com esse corpo incorpóreo e estranho, vamos adiante. Estamos a ponto de realizar a descida seguinte.

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O que vemos são duas mulheres que, durante o prazo de sete anos, vêm a se conhecer mutuamente. O espírito de branco é semelhante à telepática Baba Yaga em "Vasalisa", que é uma representação da velha Mãe Selvagem. Como a Yaga diz a Vasalisa, muito embora nunca a tenha visto antes, "Sei, conheço o seu pessoal", esse espírito feminino que toma conta da estalagem no outro mundo já conhece a jovem rainha, pois ela também faz parte da sagrada Mulher Selvagem, que tudo sabe.

As idades e os estágios da vida da mulher fornecem tanto tarefas a serem realizadas quanto atitudes nas quais enraizá-las.

Depois disso, nosso espírito reage movimentando-se quando nos movemos, procurando alcançar quando procuramos alcançar, caminhando quando caminhamos, mas sem nenhum sentimento no que faz.