Tudo isso é obra das curanderas, as mulheres das raízes, que moram nas profundezas dos penhascos e das montañas do inconsciente.

Elas mineram ali o inconsciente profundo e nos passam o produto do seu trabalho. Nós elaboramos o produto que elas nos dão e em conseqüência disso um fogo vigoroso, instintos astutos e conhecimentos profundos ganham vida, e nós nos desenvolvemos e crescemos tanto no mundo interior quanto no objetivo.

Comentários

  1. Quando falamos da mulher-árvore, queremos falar da energia feminina de florescimento que nos pertence e que chega a nós em ciclos, refluindo e voltando até nós com regularidade exatamente como a primavera psíquica se segue ao inverno psíquico. Sem a renovação desse impulso de
    florescimento nas nossas vidas, a esperança é encoberta, e a terra das nossas mentes e corações permanece imóvel. A macieira florida é nossa vida profunda

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O que vemos são duas mulheres que, durante o prazo de sete anos, vêm a se conhecer mutuamente. O espírito de branco é semelhante à telepática Baba Yaga em "Vasalisa", que é uma representação da velha Mãe Selvagem. Como a Yaga diz a Vasalisa, muito embora nunca a tenha visto antes, "Sei, conheço o seu pessoal", esse espírito feminino que toma conta da estalagem no outro mundo já conhece a jovem rainha, pois ela também faz parte da sagrada Mulher Selvagem, que tudo sabe.

As idades e os estágios da vida da mulher fornecem tanto tarefas a serem realizadas quanto atitudes nas quais enraizá-las.

Depois disso, nosso espírito reage movimentando-se quando nos movemos, procurando alcançar quando procuramos alcançar, caminhando quando caminhamos, mas sem nenhum sentimento no que faz.